Não nasceu de uma ideia, mas de uma necessidade visceral: a de existir com sensibilidade, a de ser real, a de permitir que a vulnerabilidade me atravesse inteira, como a própria prova de que estou viva.
Não nasceu de uma ideia, mas de uma necessidade visceral: a de existir com sensibilidade, a de ser real, a de permitir que a vulnerabilidade me atravesse inteira, como a própria prova de que estou viva.
Creta é colo.
É respiro no meio da ilusão e desilusão.
É resistência delicada diante de um mundo que banaliza a presença, a escuta, o sentir.
Aqui, não há força que se ergue em muros.
Há apenas vulnerabilidade que se transforma em raiz, em travessia, em poesia.